6/10/2015

Banco do Brasil vem boicotando a atual administração de Açailândia

No cargo desde dia 26 de maio após a primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) afastar Gleide Lima Santos do cargo de prefeita do município, após julgar pedido do Ministério Público Estadual, em processo no qual Gleide Santos é ré por fazer uso de maquinas e funcionários públicos para realizar obras na sede da fazenda Copacabana, de sua propriedade, o prefeito em exercício Juscelino Oliveira tem encontrado dificuldades para administrar a cidade.
Ocorre que há 15 dias no cargo – sob determinação da justiça – o novo gestor bem como os secretários nomeados, ainda não conseguiu ter acesso e movimentar as contas bancárias onde são depositados os recursos públicos destinados à Fazenda Pública Municipal.
Mesmo após várias tentativas com apresentação de toda documentação necessária junto à gerencia do Banco do Brasil, na cidade de Açailândia, Juscelino Oliveira tem recebido explicações e justificativas vazias, destituídas de qualquer fundamento operacional e legal.
Com a má vontade por parte do Banco do Brasil, várias ações por parte da administração municipal estão impossibilitadas de se concretizar, por exemplo, o pagamento de parte dos servidores municipais que ainda não receberam seus vencimentos relativos ao mês de maio.
Diante do problema, o prefeito Juscelino Oliveira afirma que caso a instituição bancária não possua mais interesse em manter a parceria com o município de Açailândia, como gestor da cidade o mesmo será obrigado a buscar alternativas para encontrar a solução.
“Ao que parece o Banco do Brasil não tem mais interesse em manter a parceria com a administração municipal, se assim for, dispomos em nossa cidade dos serviços de outros bancos públicos, como Caixa Econômica, Basa e Banco do Nordeste, iremos contatá-los, sempre colocando em primeiro lugar o que melhor atende aos princípios que regem a Administração Pública”, afirmou.
O prefeito acrescentou ainda que “sem acesso aos recursos públicos municipais ficamos de mãos atadas e a máquina administrativa não se move na velocidade que desejamos, agravando ainda mais o estado de atraso deixado pela a ex- prefeita”, conclui Juscelino Oliveira.
A preocupação principal do gestor é com a situação dos fornecedores da prefeitura municipal e de parte dos servidores municipais que ainda estão sem receber seus vencimentos de maio, já que segundo a lei o pagamento do salário mensal deve ser efetuado o mais tardar até o 5º dia útil do mês subsequente ao vencido.

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