
O ministério público federal denunciou o ex-prefeito e a justiça federal acatou alegando que o convênio feito em 2001 entre a prefeitura e o Ministério do Meio Ambiente apresentava várias irregularidades.
A denúncia do Ministério Público Federal diz que faltou ausência de comprovação da utilização dos recursos referentes aos grupos geradores de 6KVA, além da constatação de ausência de laje de proteção nas instalações realizadas em alguns povoados como previa o projeto.
A sentença do juiz Francisco Hélio Camelo Ferreira foi para que o ex-prefeito ressarça os cofres públicos com R$ 32.200,00 e a perda dos direitos políticos por 5 anos bem como contratar com o serviço público por igual período.
A decisão judicial já chegou a mesa da promotora do patrimônio, Selma Regina Martins, para que cumpra faça cumprir a sentença.
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